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DIA DA MÃE(Alguém muito especial)

No Acolhimento surge a questão:

Que prenda vamos dar à Mãe no seu dia?

Sugestões não faltaram: um avental, um bolo, uma escova para a roupa igual ao pai, entre muitas outras… O Guilherme sugeriu bolachas. Fomos a votação (as sugestões são postas a votação e a que tiver mais votos vence): Educação para a cidadania. A sugestão das bolachas reuniu o consenso geral. Todos quiseram fazer bolachas para a mãe.

E assim se iniciou o projeto “A pastelaria dos Eulalitos”.

Pesquisamos receitas na net, trouxemos livros de receitas de casa, pedimos receitas de bolachas à cozinheira e por fim selecionamos uma simples.
Dividimos o grande grupo em pequenos grupos.
Organizamos um espaço dentro da sala de atividades para o efeito. A mesa para os utensílios e ingredientes. A mesa para trabalhar a massa e modelar as bolachas e, por fim, a mesa do forno. Aprendemos que para trabalhar com as nossas mãos elas têm que estar bem limpas. Fazer sempre uma boa higiene das mãos.
A receita foi lida pela professora e os ingredientes iam sendo colocados na batedeira com a nossa ajuda.
Os nossos colegas estavam também a trabalhar no projeto. Era preciso fazer a embalagem, decorar, fazer o saco para as bolachas, assim como personalizar o exemplar da receita que iria dentro da embalagem com as bolachas.
As bolachas foram sendo modeladas e cozidas ao longo de duas semanas. Depois de frias eram colocadas em sacos de plástico para não ficarem moles.
Fizemos conjuntos, contamos, sequenciamos e selecionamos as bolachas para colocar na embalagem.
E com um poema nos lábios, no Domingo, oferecemos este lindo presente à melhor mãe do mundo: a minha mãe.









Foi um projeto divertido, que abordou transversalmente todas as áreas e que ainda não terminou. Continuamos ainda com a “Pastelaria dos Eulalitos” aberta. O presente para a mãe já foi entregue, mas todas as semanas vão rodando os grupos pela pastelaria confecionando bolachas, que vão sendo colocadas acessíveis a todos os pais, um dia por semana.




Aqui fica a nossa receita. Experimentem e provem.

Pastelaria dos Eulalitos

A MINHA MÃE É ESPECIAL !


Ainda há pouco, publicamos que gostávamos do nosso  pai  até à lua. Agora é a vez da nossa mãe. 

Em conversa de acolhimento, falamos todos sobre a nossa mãe. Porque gostamos muito dela e porque é que ela é tão especial para nós. Como não podia deixar de ser escolhemos fazer uma prendinha tão especial  como ela. 

Contornamos, pintamos e picotamos
um coração para a mãe. Cada coração tem a frase
 que dissemos porque é que ela é tão especial para nós.



Ah ! também  aprendemos uma poesia  para recitar à mãe.


          MÃE 

Dás tudo o que tens , por mim
Isso aí eu não duvido
Amo-te como ninguém
Deixa-me dizer-te ao ouvido
Às vezes sou muito chato(a)
Mas tens uma paciência tal….
A mãe perdoa sempre tudo
És mesmo muito, especial !

"Pesquisa na net ( autor desconhecido)"


Pintamos cada coração com carimbagem de dedo.

Depois picotamos para o destacar.
Da folha que destacamos colamos
numa folha vermelha e desenhamos a mãe.


Também fizemos um desenho
 para a mãe com marcadores.

Desenhamos com todo carinho.
Reutilizamos e pintamos flores,  
para colar no porta retratos.
Decidimos fazer um porta retratos com molas.
Mãos à obra. Pintura de molas de madeira para o efeito.
Decoração do saco para o embrulho.

Ficou uma prenda muito bonita.
De certeza que a mãe vai gostar.


FELIZ DIA DA MÃE!

J. I Campo da Vinha.
Turma A



AS FLORES DO NOSSO JARDIM

A  Primavera chegou. Na roda do acolhimento em diálogo de grande grupo,  entendemos que era necessário renovar e decorar o nosso jardim e sala de atividades com motivos de Primavera.
Conversamos, ouvimos histórias, cantamos várias canções e aprendemos poemas sobre esta estação do ano. Todas estas atividades ajudaram-nos a compreender melhor as transformações da natureza com a chegada desta linda estação. ( Turma A)

Painel coletivo intitulado "As flores do nosso jardim"
Foram reciclados CDS e transformados em flores.
Cada criança é uma flor do nosso jardim.
O nosso jardim tem 50 lindas flores.
Plantações de morangueiros.
Mais uma vez tivemos a participação dos pais
no envio dos morangueiros. A experiência foi  importante.
( Turma A)
Também renovamos o painel na nossa sala.
Utilizamos várias técnicas de expressão plástica para a
sua decoração: Pintura, recorte, picotagem, colagem e carimbagem.
(Turma A)
Abordagem à Leitura e  escrita - Pintamos, picotamos e montamos
 as letras que compõe a palavra Primavera.

Domínio da matemática -A brincar também se aprende.
Aprendemos a formar conjuntos e a contar com
 os ovinhos de Páscoa.

Expressão plástica - Pintamos e picotamos
  ovinhos de Páscoa.
Utilizamos pintura de dedo para a decoração da cesta de Páscoa.
As cestinhas para as amêndoas ficaram muito bonitas.
Reciclamos para o efeito  pacotes de leite.

O PALHAÇO ALEGRIA

CONTO REDONDO EM ARTICULAÇÃO COM A FAMÍLIA. ( Turma A)

A história do palhaço alegria é um projeto que a turma A, tem vivido desde o Carnaval. Teve origem na sala de atividades, com o início da história ...Era uma vez um Palhaço.. e continuou em casa com a colaboração da família das crianças finalistas.

Com este projeto, têm sido trabalhadas as áreas de conteúdo de acordo com as orientações curriculares: expressão e comunicação, desenvolvimento pessoal e social e conhecimento do mundo.
Terminada a história, chegou-se à conclusão em diálogo de grupo que era preciso ilustrá-la. Os ilustradores foram as  crianças finalistas que desenharam cada parte da história. Cada ilustração,  ia a votação de grande grupo, para escolherem a ilustração que mais gostavam.

Ilustração da história.
Eleição da ilustração.
                                                    
    O PALHAÇO ALEGRIA

Era uma vez um palhaço, que tinha muitas qualidades e sabia fazer tudo o que realmente os palhaços sabem fazer. Porém, sentia-se muito triste, pois gostava de entrar num circo e animar as crianças que lá entravam para o visitar, este sim, era o sonho mais importante que ele queria realizar na sua vida. (Dinis)
O Palhaço Alegria.
Certo dia, o circo chegou à cidade. O nosso palhaço quando soube não cabia em si de contente. Finalmente, poderia estar num circo como sempre sonhara. Acontece que o palhaço desse circo estava já velhinho, e nessa tarde estava muito cansado, sem forças para animar as crianças. Depressa chegou a notícia que o circo precisava de um palhaço. (Ana Caldas)

O circo chegou à cidade.
O Palhaço Alegria (tinha escolhido esse nome porque todas as crianças ficavam muito alegres com as suas brincadeiras), ficou muito entusiasmado com esta notícia e mal podia esperar pelo dia seguinte para se candidatar ao lugar de palhaço. Quando chegou ao circo ficou admirado com o número de palhaços que se apresentaram para o lugar. Ficou um pouco triste porque não sabia se iria ser escolhido. Ao ver tantos candidatos o dono do circo decidiu fazer um espetáculo onde as crianças da cidade iriam escolher o novo palhaço. (Beatriz)


Apareceram vários candidatos a palhaços.
Finalmente chegou o dia tão esperado por todos, após alguns espetáculos o palhaço Alegria começou a ficar um pouco triste, pois os seus colegas eram bons no que estavam a fazer, mas ele pensou: -Eu também posso ser como eles, pois o amor que sinto pelas crianças é maior que o medo, basta dar o meu melhor, sei que vou conseguir. (Daniela)


O palhaço ficou triste.
Foi então que chegou a vez do palhaço Alegria. No início, um pouco nervoso, mas logo se deixou de nervosismos e pôs à prova o seu talento. Não podia ter corrido melhor o seu espetáculo. Todas as crianças o adoraram e, logo se reparou que de todos, o palhaço Alegria era aquele que mais aplausos e gargalhadas conseguiu arrancar daquelas crianças. (Francisca Daniela)

Os meninos estavam a bater muitas palmas.
No entanto, a decisão estava nas mãos do dono do circo. Após todas as atrações dos palhaços a concurso, estes encontravam-se ansiosos nos bastidores. Entretanto as crianças deliciavam-se com os restantes números apresentados no espetáculo desse dia. O leão «Cintra» era bastante habilidoso, ele saltava entre aros em chamas sem medo nenhum. A catatua Albuquerque fez um show fenomenal, conseguiu andar de bicicleta em cima de um arame. (Lara Pacheco)

O Leão Cintra.
Para além disso também tiveram os macacos a jogar a bola, a andar de bicicleta, etc.… As crianças ficaram admiradas, pois não sabiam que aqueles animais conseguiam fazer tantas habilidades, mas sempre a pedirem que o Palhaço Alegria voltasse. (Leonardo)


A atuação dos macacos.
Finamente chegou a decisão. O palhaço Alegria estava tão nervoso que já nem conseguia ouvir as crianças chamarem por si. Até que o dono do circo lhe disse que tinha ficado com o lugar. A alegria era tanta que desatou a fazer palhaçadas e mal podia esperar pela sua estreia num circo de verdade. (Miguel Castro)

O dono do circo.
No dia seguinte, o palhaço alegria estava muito entusiasmado com o primeiro dia em que ia ser um palhaço de verdade no circo da cidade. A plateia do circo naquela noite estava cheia como nunca e o palhaço Alegria sentiu-se feliz ao ver que as suas piadas e os seus malabarismos deixavam as crianças muito felizes. (Paulo Cunha).


As crianças adoraram as brincadeiras do Palhaço Alegria.
Todos os sonhos do palhaço alegria estavam concretizados… bem, todos não. Desde pequeno que o palhaço Alegria tinha o sonho de ir a um lugar onde se dizia que as crianças eram mais felizes que nunca. Esse lugar encantado chamava-se Jardim Campo da Vinha. (Rui Bento)

Sim, o Jardim de Infância Campo da Vinha, era o próximo lugar que o Palhaço Alegria sonhava em visitar e poder fazer sorrir todas as crianças. O palhaço Alegria ia fazer de tudo, só para ver sorrir todas as crianças do mundo, quanto mais pensava mais vontade tinha em visitar os meninos do jardim de Infância Campo da Vinha. (Francisco Mota).  

    Depois de tanto pensar, eis que chegou dia. O Palhaço Alegria, ao passear pelas ruas, ouviu uma voz que chamava pelo seu nome. Então, como ele não sabia de onde vinha, pôs-se a escutar e a observar de onde vinha, era do jardim de Infância Campo da Vinha. O Palhaço Alegria aproximou-se. Quem chamava pelo seu nome, era a educadora Margarida, que o convidou a entrar e alegrar todas as crianças, Educadoras e Assistentes que lá trabalhavam. Os sorrisos eram tantos que o palhaço alegria com mais alegria ficava. (Susana)

O palhaço também foi ao Jardim de Infância Campo da Vinha.
Com alegria mas também com medo. Medo de não conseguir fazer rir aquelas crianças. Mas pensou, pensou e disse: - Eu sou um bom palhaço e por isso vou conseguir, e assim foi, o Palhaço Alegria conseguiu arrancar ainda mais sorrisos àquelas crianças. No fim do espetáculo o palhaço deixou uma mensagem a todas as crianças: - Se um dia tiverem um sonho, lutem por ele, foi o que eu fiz e consegui. Nunca desistam! Lutem pela concretização dos vossos sonhos! (Tiago Pimenta).

FIM

No dia da poesia, como estávamos a trabalhar esta história, aprendemos uma poesia sobre a mesma.

«O Palhaço Alegria»

O Palhaço Alegria era muito divertido
Trabalhava com amor e era muito aplaudido
Foi um grande lutador e nunca desanimou
Apesar das dificuldades, no seu talento confiou.

As crianças deliciavam-se e riam-se às gargalhadas
Batiam muitas palmas e pediam mais palhaçadas
Deixou uma mensagem de confiança e auto estima
Levou o agradecimento das crianças do Campo da Vinha.

Margarida Neto



Ora aqui está a nossa história!

Digam lá se não ficou bonita?




E assim terminou o nosso projeto «O Palhaço alegria»

Obrigada a todos aqueles que direta ou indiretamente, contribuíram para a concretização deste projeto.